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A Igreja é mãe

· Na audiência geral o Pontífice fala da fé e numa carta responde às interrogações de um não-crente ·

No encontro com os refugiados assistidos em Roma no Centro Astalli um forte apelo ao acolhimento e a não ter medo das diferenças

Eram cem mil na praça de São Pedro como na vigília de sábado à noite para apoiar o Papa Francisco nas suas iniciativas de paz e solidariedade pelos mais pobres e marginalizados. E precisamente para estar o mais possível próximo deste grande povo o Pontífice antecipou a chegada à praça, rodando de jipe entre a multidão por quarenta e cinco minutos, e parando continuamente para saudar, abraçar, abençoar sobretudo as crianças e os doentes. Depois, no final da catequese e das saudações nas diversas línguas, o Papa Francisco permaneceu ainda por muito tempo na praça, ouvindo e saudando as pessoas que dele se aproximaram. Entre elas, na primeira fila, o arcebispo ortodoxo russo Zosima, que quis vir conhecê-lo pessoalmente, com outro sacerdote, padre Ioan, «para lhe trazer a saudação cordial do patriarca de Moscovo, Cirilo».

Com profunda participação o Papa ouviu depois os testemunhos dos familiares das nove vítimas e dos quatro feridos do trágico desabamento da torre de controle do porto de Génova, que ocorreu a 7 de Maio passado. Estavam presentes também os colegas sobreviventes, juntamente com uma numerosa delegação de trabalhadores da capitania do porto da Ligúria. Os familiares mostraram ao Pontífice, chorando, as fotografias dos seus queridos defuntos: foi um encontro de grande intensidade emotiva.

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Praça De São Pedro

16 de Novembro de 2019

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