Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

A Igreja divina e humana

· Novo ciclo de catequeses iniciado pelo Papa Francisco ·

E marcou encontro com os romanos para celebrar juntos o Corpus Christi

A Igreja «não é uma organização nascida de um acordo de algumas pessoas», mas «é obra de Deus», porque nasce precisamente do seu desígnio de amor «que se realiza progressivamente na história». Esta manhã, quarta-feira 29 de Maio, o Papa Francisco citou Bento XVI para reafirmar a identidade própria da Igreja «família de Deus». E dando início a uma série de catequeses sobre o mistério da Igreja – como ele mesmo explica aos fiéis presentes na audiência geral – estigmatizou o comportamento de quantos ainda ainda hoje dizem «Cristo sim, Igreja não» ou «eu creio em Deus, mas não nos padres».

É precisamente a Igreja, recordou o Papa, que «nos leva a Cristo e a Deus». Trata-se de uma grande família que naturalmente «apresenta também aspectos humanos» e por conseguinte nos seus membros, quer sejam pastores quer fiéis, há defeitos, imperfeições, pecados». Ninguém está livre deles «até o Papa os tem» não hesitou em reconhecer o Pontífice.  Mas é positivo que no momento em que «nos apercebemos de ser pecadores, encontramos a misericórdia de Deus, o qual perdoa sempre».

E se, como «dizem alguns», o pecado «é uma ofensa a Deus», é verdade também  que ele  constitui «uma oportunidade de humilhação – esclareceu o Papa – para se aperceber de que há algo mais belo: a misericórdia de Deus». É antes necessário, acrescentou, que cada um hoje se questione: «Quanto amo a Igreja? Rezo por ela? Sinto-me parte da família da Igreja? O que faço para que seja uma comunidade na qual cada um se sente acolhido e compreendido, sente a misericórdia  e o amor de Deus que renova a vida?». A fé «é um dom e um acto que nos diz pessoalmente respeito, mas Deus chama-nos a viver juntos a nossa fé, como família, como Igreja», respondeu o Pontífice.

E também saudando os peregrinos provenientes de diversos países recomendou que amem a Igreja. Sobretudo aos grupos franceses pediu explicitamente que a defendam e se comprometam por ela. Saudando depois os italianos o Pontífice marcou encontro com os fiéis romanos para celebrar o Cospus Christi, na quinta-feira 30 de Maio.

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

27 de Janeiro de 2020

NOTÍCIAS RELACIONADAS