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A dimensão ecuménica da viagem do Papa ao Líbano

· Em diálogo com o cardeal Kurt Koch ·

Um grande passo em frente para alcançar a unidade com as Igrejas cristãs ortodoxas. Foi deste modo que o cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristão, definiu a recente viagem apostólica de Bento XVI ao Líbano, na qual o cardeal participou como membro do séquito. Nesta entrevista concedida ao nosso jornal, analisa o significado ecuménico da visita à luz da experiência vivida ao lado do Papa.

Nos comentários sucessivos à recente viagem do Papa ao Líbano, falou-se muito sobre o diálogo entre cristãos e muçulmanos, um pouco menos da dimensão ecuménica da visita. O que significou, sob este ponto de vista, a viagem apostólica?

Talvez, se considerarmos as tensões em curso, foi natural que o aspecto das relações entre cristãos e muçulmanos tenha tido maior ressonância. Todavia, estou convicto de que esta viagem serviu muito para aprofundar as relações ecuménicas e dar um novo impulso à busca da unidade plena entre cristãos. De resto, já podemos dizer que se é verdade que a Igreja católica, mesmo na diversidade dos seus ritos, está profundamente com a Santa Sé e com o Santo Padre, é possível também afirmar que as relações entre as Igrejas católicas e todas as Igrejas ortodoxas orientais são cada vez melhores. Para confirmar tudo isto, é suficiente considerar o encontro de Charfet que teve lugar num clima de grandíssima cordialidade.

Como viveram os ortodoxos do Médio Oriente a visita do Papa?

Recebemos indicações a este propósito e todas referiam comentários extremamente positivos. E, nestes tempos tão difíceis, nestes contextos cruciais como os do Médio Oriente, diria que é um grande sinal da vontade de aprofundar a fé e reforçar todas as realidades eclesiais.

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23 de Setembro de 2019

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